Hipercarro da Mercedes-AMG já tem nome definitivo

F1 de estrada chega em 2019. Só serão produzidos 275 exemplares, um dos quais com destino Portugal

0 aos 100 28/09/2018 Noticias

Começou por chamar-se "Project One", mas a Mercedes-AMG decidiu que o nome de “guerra” do hiperdesportivo com tecnologia de Fórmula 1 tinha de ser mais simples e objetivo. Daí que retirou o termo "Project" e passou a ser apenas Mercedes-AMG ONE.

A razão é simples: "trazer a tecnologia híbrida da Fórmula 1 para as estradas. O Mercedes-AMG ONE vai ser o pináculo do portefólio de modelos e o topo de gama absoluto - como é logicamente referenciado como o Único", explica a marca de Affalterbach.

A Mercedes-AMG revela ainda que os clientes do ONE podem seguir o progresso de desenvolvimento do veículo, através de um stand itinerante denominado ‘O Futuro da Performance da Condução’, onde adiantara´a evolução do carro e concedendo a todos a possibilidade de se sentarem ao volante.

Concebido e produzido na sede da equipa de F1 Mercedes-Petronas em Brackley, Inglaterra, o Mercedes-AMG ONE encontra-se atualmente em testes, para as primeiras entregas previstas para 2019, encontrando-se na lista um português que pagou cerca de 3 milhões por um dos 275 exemplares que serão produzidos.

Este F1 de estrada contará com um pequeno e ligeiro motor 1.6 V6 sobrealimentado, similar ao que equipa os F1 da Mercedes, mas numa versão menos “puxada”, pois em vez que atingir 13.500 rpm, está limitado a “apenas” 11.000 rpm.

Relacionadas:

Ao 1.6 V6 Turbo, que deverá fornecer um pouco mais de 680 cv, passando a sua potência às rodas traseiras, o ONE alia dois motores de 163 cv cada, montados em cada uma das rodas da frente, para assegurar não só a tracção às quatro rodas como a possibilidade de percorrer 25 km em modo exclusivamente eléctrico, alimentados que estão por uma pequena bateria de iões de lítio com 100 kg, o que deve corresponder a uma capacidade em torno de 15 kWh, se for barata, ou 20 kWh se for mais sofisticada e dispendiosa.

Mas os dois motores elétricos montados à frente servem, sobretudo, para elevar a potência total para um valor acima de 1.000 cv. Existem mais dois motores elétricos a bordo, um para garantir que o turbocompressor não tem qualquer atraso na resposta ao acelerador, pois coloca a turbina em movimento instantaneamente, enquanto o outro gera eletricidade a partir dos gases de escape, para manter a bateria carregada, tal como acontece nos F1.

Quanto a desempenho, a Mercedes adianta que precirará de menos de 6 segundos para cumprir os 0-200 km/h e que será capaz de superar os 350 km/h de velocidade máxima, números que só deverão ser confirmados mais próximo do seu lançamento.

Deixe o seu comentário