Bomba cobrava 1,65 euros antes de se começar a abastecer

Bombas tinham sido sujeitas a controlo metrológico este ano e tinham o respetivo selo de validade e de conformidade.

0 aos 100 18/04/2022 Noticias

Um posto de abastecimento de combustível em Vila Pouca de Aguiar cobrava valores até 1,65 euros ainda antes dos clientes começarem a atestar a viatura.

Segundo a ASAE, a alegada falsificação foi detetada, em flagrante delito por inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

"Durante a ação os inspetores verificaram que, no início de cada abastecimento, após o reset do contador e mesmo antes de ser pressionado o manípulo da agulheta da bomba, o contador alterava-se automaticamente, cobrando valores até 1,65 euros, sem que o consumidor tivesse feito qualquer abastecimento efetivo", revela a ASAE, em comunicado.

Veja ainda:

Em causa estão “fortes indícios do crime de especulação (delito antieconómico) e eventual crime de falsificação de notação técnica, tendo os factos sido, de imediato, comunicados ao Ministério Público", adianta a ASAE.

As bombas em causa tinham sido sujeitas a controlo metrológico este ano e tinham o respetivo selo de validade e de conformidade.

Os equipamentos foram selados e apreendidos, para garantir a perícia técnica.

Esta é, de resto, a quarta situação semelhante detetada pela ASAE nos últimos meses em postos de abastecimento de combustíveis.

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