Setor automóvel considerado um dos mais atrativos para trabalhar

Portugal negoceia instalação de fábrica automóvel chinesa

Portugal está em negociações para atrair uma nova unidade de produção automóvel

Portugal está em negociações para atrair uma nova unidade de produção automóvel

Portugal poderá receber uma nova fábrica automóvel de um fabricante chinês. A possibilidade foi confirmada por Manuel Castro Almeida, ministro da Economia, numa entrevista conjunta à Antena 1 e ao jornal Negócios, na qual revelou que o Governo está a desenvolver contactos para atrair investimento destinado à instalação de uma unidade industrial no país.

O governante não identificou a empresa envolvida nem avançou detalhes sobre as negociações, mas destacou o interesse de Portugal em captar investimento estrangeiro para reforçar a indústria nacional, com particular atenção ao setor automóvel chinês.

BYD continua entre os nomes apontados

Um dos fabricantes frequentemente associado à possibilidade de instalar uma fábrica em Portugal é a BYD. A construtora chinesa é atualmente um dos maiores fabricantes mundiais de veículos eletrificados e tem vindo a expandir a sua presença na Europa.

Portugal tem procurado captar o investimento da empresa para a instalação de uma unidade de produção automóvel. Contudo, a BYD não foi identificada pelo ministro como a empresa com a qual decorrem os atuais contactos.

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E a concorrência é forte. Espanha e França também têm sido apontadas como potenciais destinos para uma nova fábrica europeia do grupo chinês, numa disputa que envolve a capacidade industrial, os custos de produção, os incentivos ao investimento e o acesso aos principais mercados.

Um investimento que pode reforçar a indústria portuguesa

A eventual instalação de uma fábrica de automóveis chinesa em Portugal representaria um investimento relevante para o setor industrial nacional, podendo criar emprego e gerar oportunidades para fornecedores e empresas ligadas à cadeia de produção automóvel.

A localização de uma unidade deste género poderia também reforçar a posição de Portugal na indústria europeia de veículos elétricos, num momento em que os fabricantes chineses procuram consolidar a sua presença no continente.

Para já, porém, não há confirmação sobre a marca, a localização, o investimento previsto ou o número de postos de trabalho que poderão estar envolvidos. As negociações estão em curso e será necessário aguardar por novos desenvolvimentos para perceber se Portugal conseguirá convencer um fabricante chinês a produzir automóveis em território nacional.