As lombas, juntamente com os parquímetros (EMEL no caso de Lisboa) e os aselhas da faixa da esquerda (e do meio, já agora), estão certamente entre os elementos que mais irritam os condutores.
Existem lombas de todos os tipos e tamanhos. A ideia é óbvia: obrigar o condutor a reduzir a velocidade, especialmente em zonas de grande densidade populacional ou de passadeiras.
Agora o Reino Unido decidiu acabar com as lombas, embora não pela mesma razão que os condutores pretendem que desapareçam. O objetivo é outro: de reduzir as emissões para a atmosfera.
A explicação é simples: os efeitos da aceleração e da travagem brusca tendem a aumentar os consumos e as emissões, pelo que a remoção das lombas nas estradas urbanas ajudam a baixar os valores de poluição dentro das cidades.
Foram realizados testes, como o da “La Automobile Association”, que demonstrou que em zonas com lombas o consumo dos automóveis disparavam 47% com um limite de 30 milhas por hora (48,3 km/h) e 41% con um límite de 20 mph (32,2 km/h).
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