Itália quer salvar Ferrari e Lamborghini do fim dos motores de combustão

Ministro italiano defende abrandamento das medidas para o fim de motores a combustão para fabricantes de superdesportivos

0 aos 100 08/09/2021 Noticias

O governo italiano pretende que os seus fabricantes de desportivos, Ferrari e Lamborghini, fiquem isentas da proibição de produção de motores a combustão, estabelecido pela União Europeia a partir do ano de 2035.

Em entrevista à "Bloomberg TV", o ministro italiano da transição ecológica da Itália, Roberto Cingolani, reiterou o compromisso com a redução de emissões, mas afirmou que defende um abrandamento das medidas para o fim de motores a combustão para fabricantes de superdesportivos.

Cingolani confirmou que há conversações com a Comissão da União Europeia sobre como as novas regras de proibição de motores a combustão serão aplicadas a fabricantes de supercarros, que produzem um volume reduzido de veículos face aos fabricantes tradicionais, que contam com uma produção em muito maior escala.

«Este tipo de automóveis [superdesportivos] precisam de uma tecnologia muito especial e de baterias para a transição», argumentou Cingolani.

Veja ainda:

Um dos argumentos para a isenção seria ainda o facto de as marcas de supercarros serem fabricantes de nicho, o que se traduz num orçamento menor em relação aos fabricantes tradicionais.

A Lamborghini já anunciou que vai transformar toda a gama em modelos híbridos, sendo que o seu primeiro modelo elétrico chegará depois de 2025, ano em que a Ferrari vai apresentar o seu primeiro elétrico.

Deixe o seu comentário

Pesquise aqui o seu futuro carro usado

Nissan Juke 1.0 DIG-T N-Design: Perfil ganhador
Mercedes-Benz B 250e: ora elétrico, ora gasolina!