CLS 53, o primeiro AMG eletrificado

Primeiro AMG com sistema híbrido traz um motor a gasolina de seis cilindros em linha, 435cv e uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 4,5s

Miguel Costa 15/01/2018 Noticias

A Mercedes-Benz acrescenta um novo número à família Mercedes-AMG. Trata-se do “53”, que se junta a “43” e “63”, traz 435 cavalos e um inédito (na Mercedes-AMG) sistema semi-híbrido.

O primeiro na AMG “eletrificado” será também a versão mais desportiva do CLS, uma vez que o 63 desaparecerá da gama, para dar o seu lugar a um AMG GT de quatro portas, agendado para 2018.

O CLS 53 conta com um motor 3.0 turbo de seis cilindros em linha, a gasolina, conjugado com um compressor elétrico e um sistema elétrico de 48V EQ Boost, que acrescenta, temporariamente, 21cv e 250 Nm. Ao todo, debita 435cv e 520 Nm.

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A gestão de toda a mecânica fica entregue a uma evoluída caixa automática de 9 velocidades AMG Speedshift TCT 9G e à transmissão às quatro rodas Performance 4Matic+.

O objetivo é uma maior eficiência, logo menores emissões e consumos, embora este AMG 53 consiga oferecer uma dinâmica de verdadeiro AMG, como prova os 4,5 segundos para acelerar dos 0 aos 100 km/h e uma velocidade máxima de 270 km/h.

De qualquer forma, o CLS 53 anuncia uma média de consumo combinado de apenas 8,5 litros aos cem e emissões de CO2 de 200 g/km para um veículo que acusa na balança algo como 1.905kg. Estão disponíveis cinco modos de condução ("Eco", "Comfort", "Sport", "Sport+" e "Individual").

Tratando este de um AMG o exterior foi alvo de uma otimização estética, que passou pela inclusão de detalhes como as quatro saídas de escape, jantes de 19 polegadas (de 20 polegadas em opção), um discreto spoiler traseiro e parachoques redesenhados.

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