Clientes do Volkswagen e-Golf já podem montar o seu próprio carro

Quem comprar um e-Golf já pode intervir na sua produção!

0 aos 100 17/01/2019 Noticias

A partir de agora, os clientes da Volkswagen que encomendarem um Golf 100% elétrico já podem intervir na sua produção. 

Na Fábrica Transparente em Dresden, uma das duas unidades em que é produzido o e-Golf, já era possível acompanhar uma parte do processo ao longo da linha de produção. Agora, sob a orientação especializada dos colaboradores da fábrica, o cliente pode envolver-se ativamente em quatro «estações» como, por exemplo, na instalação do painel de instrumentos, na união do chassis com a carroçaria ou na instalação da grelha dianteira do radiador. 

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Com a nova possibilidade de intervir nas fases de produção, a Fábrica Transparente da Volkswagen em Dresden está a ampliar a sua gama de serviços propondo novas experiências no domínio da mobilidade elétrica.

Arnd Meyer-Clasen, Diretor de Vendas,comentou a inovação: «A Fábrica Transparente é a montra da mobilidade elétrica  da Volkswagen. Além de test-drives, configuração e entrega do e-Golf, outro destaque que oferecemos agora é a capacidade de acompanhar a produção. Não só os clientes podem estar lá durante a produção do seu carro, mas também se podem envolver. Esta experiência é única no mundo automóvel».

Quem atravessa o Grosser Gartner, o imenso parque público no centro da velha cidade de Dresden, na Alemanha, espera tudo menos encontrar uma fábrica de automóveis. Mas, no entanto, é num dos cantos daquele espaço verde que durante o fim-de-semana se enche de famílias que ela se situa.

Esta não é, porém, uma fábrica qualquer – não existe uma única chaminé, as paredes são totalmente em vidro e no chão predomina a madeira de cedro canadiano. 

Desenhada por Gunter Henn, um arquiteto alemão que também assina a conhecida AutoStadt de Wolfsburg, a Fábrica Transparente de Dresden já acolheu a produção de modelos de luxo, como o Volkswagen Phaeton ou o Bentley Continental, mas conheceu uma nova vida desde que o grupo a converteu, em início de 2016, através de um investimento de 20 milhões de Euros, no seu «Centro para Mobilidade do Futuro», tendo atraído desde então mais de 75 mil pessoas.

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