Mário Patrão piloto oficial KTM no Dakar2019

Piloto de Seia vai para a sua sexta participação na prova sul-americana que de 6 a 17 de janeiro se disputa integralmente no Peru

0 aos 100 28/12/2018 Desporto

O piloto, natural de Seia, vai disputar o Dakar2019 aos comandos de uma KTM450 Rally integrando a equipa oficial da KTM FACTORY RACING, equipa que venceu a prova nas últimas 17 edições. Esta será a sua sexta participação na prova sul-americana que de 6 a 17 de janeiro se disputa integralmente no Peru.
 
Para o piloto recordista em títulos nacionais de todo-o-terreno conquistados em moto e que este ano se sagrou vice-campeão nacional da modalidade. Disputar o Dakar inserido na equipa de fábrica austríaca vencedora das últimas 17 edições “é uma honra".
 
"Foi um ano de muito empenho, mas sinto-me física e psicologicamente preparado para este desafio para o qual trabalhámos todo o ano e sinto-me honrado em poder integrar a equipa oficial da KTM. A nível internacional venci o Marocco Desert Challenge, fui 2º na Taça do Mundo de Bajas e 2º no Panafrica Rally e disputei ainda, já na equipa KTM, o Rali de Marrocos. Em Portugal disputei os Campeonatos Nacionais de Todo-o-Terreno e de Rally Raid tendo sempre como grande objetivo preparar para o Dakar.”, revela Mário Patrão.
Mário Patrão venceu a Classe Maratona do Dakar 2016
 
Em 2016 Mário Patrão conquistou a classe maratona num Rali Dakar que completou no 13º lugar absoluto. Para este ano “a minha missão a nível individual é melhorar essa classificação. Temos noção que o Dakar é uma prova extremamente exigente e dura, mas quero ajudar a minha equipa a renovar o título que já conquistou por 17 vezes".
 
A edição 2019 do Dakar terá a capital peruana, Lima, como cenário da partida e da chegada desta edição que vai contar com um total de 5 mil quilómetros, 3 mil dos quais cronometrados, de um percurso composto 70% de dunas.
 
“Não estou em crer que por serem menos dias de competição que a corrida seja menos dura porque acredito que o objetivo da organização seja que os pilotos se mantenham em corrida. Acredito que a exigência se mantém elevada e vão continuar a ser muitas horas em cima da mota, muitas vezes em condições extremas e a necessidade de superação vai fazer-se sentir algumas vezes. Recordo-me que em 2013 as etapas do Peru foram muito difíceis. quero entrar com alguma cautela, sem arriscar demasiado, para terminar a prova com a mota em boas condições, estar bem fisicamente para poder dar o meu melhor como sempre tento fazer. Creio que se optar por cumprir estas ideias os resultados aparecerão”, conclui o piloto português.

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