Renault eletrifica Clio, Captur e Mégane. Saiba o que aí vem

Reconhecendo que o diesel parece ter os dias contados, a Renault avança com as versões híbridas e híbridas plug-in dos seus modelos mais vendidos

0 aos 100 22/10/2018 Noticias

A Renault parece ter assumido uma posição muito clara sobre o Diesel: o seu futuro tem os dias contados. A marca francesa é muito clara, e há algumas semanas ficou esclarecido que a próxima geração dos seus modelos mais vendidos terá motores híbridos em lugar dos Diesel.

Agora, a Renault divulgou os primeiros detalhes técnicos sobre a sua nova geração de modelos híbridos, cujo lançamento está previsto para 2020, quando arrancar o ciclo de renovação do Clio, Megane e Captur.

A eletrificação vai chegar com um sistema híbrido convencional para o Clio (semelhante ao utilizado nos Toyota Yaris e Auris), evoluindo para um sistema híbrido Plug-in (de ligar à tomada) para os Captur e Mégane.

O sistema híbrido da Renault chama-se “E-Tech” e “E-Tech Plug in”. A unidade propulsora será composta por um motor a gasolina (um 1.6 a gasolina, idêntico a todos), dois motores elétricos e uma caixa de velocidades que dispensa embraiagem. Esta transmissão automática permite que a bateria recarregue sempre que veículo estiver em movimento.

O Clio “E-TECH hybrid” utilizará a tecnologia híbrida (HEV), usufruindo de uma bateria de 1,2 kWh, situada no eixo posterior, para uma potência combinada na ordem dos 120cv e uma autonomia elétrica de 6 quilómetros.

Já os Captur e Mégane E-Tech Plug-in contarão com uma bateria no eixo posterior de maior capacidade, 9.8 kWh, que permitirá uma autonomia elétrica que rondará os 55 quilómetros, em linha com os rivais do segmento, o KIA Niro Plug-in ou o Hyundai ioniq Plug-in.

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Com a adoção de uma nova família híbrida, a Renault passa a disponibilizar uma gama de veículos mais heterogénea, reforçando a aposta na mobilidade elétrica e assumindo o compromisso com o programa “Drive The Future” a que se vinculou em 2017.

“Com os novos Captur, Mégane e Clio com motorizações híbridas fica resolvida a questão da autonomia para quem não dispensa a eletrização, mas que tem necessidade de percorrer enormes distâncias com muita regularidade”, afirma a Renault.

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