Os carros em segunda mão mais fiáveis

DEKRA divulgou o seu Relatório de Fiabilidade. Conheça os carros usados mas fiáveis de 2018

0 aos 100 02/03/2018 Noticias

A fiabilidade, ou falta dela, é um dos pontos que pesa decisivamente no momento de comprar carro, seja novo ou usado. Para ajudar, a alemã Dekra divulga todos os anos o “Relatório de Falhas”, com os modelos mais fiáveis por segmento.

O Indicador de Falhas DEKRA (DFI – DEKRA Fault Index) teve como base um universo de 15 milhões de veículos usados em toda a Europa, envolvendo pelo menos 1000 unidades de cada modelo, e quilometragens entre os 0 e os 50 mil km, 50.000 e os 100.000 km, dos 100.000 aos 150.000 e dos 150.000 aos 200.000 km, uma novidade este ano.

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Além disso, teve em conta cinco parâmetros principais na avaliação, que foram o de carroçaria, motor e ambiente, interior, sistema de travagem e sistema eletrónico e iluminação.

Audi perto do pleno

Entre os utilitários, o Audi A1 surge como o mais fiável, sendo que apenas são apontados como problemas os discos de travão com alguma ferrugem e algum desalinhamento nos faróis.

Nos familiares, foi o A3 (terceira geração, desde 2012) o melhor, com a DEKRA a apontar apenas os impactos das pedras no para-brisas e algumas deformações nos discos de travão, ambos facilmente detetáveis.

Entre as berlinas, o A4 (de 2007 a 2016) e A6 (desde 2011) foram os melhores. Os especialistas da DEKRA referiram apenas os faróis desalinhados e sistemas defeituosos de limpeza de faróis no A4 e perda de eficiência na travagem em quilometragens mais elevadas no caso do A6, que foi pela terceira vez consecutiva o modelo com melhor classificação absoluta.

Também nos desportivos a Audi venceu, desta feita com o TT na sua segunda geração, comercializada entre 2006 a 2014. Foram detetados apenas defeitos na proteção do eixo de transmissão e faróis desalinhados.

Das restantes quatro categorias, a Mercedes impôs-se em três. E todas têm um denominador em comum: o grande tamanho dos seus veículos. Entre os SUV de grandes dimensões destaca-se o desempenho dos antigos Classe M e os atuais GLE. Quanto a problemas, apenas foram detetadas algumas engrenagens com vestígios de óleo.

Quanto aos monovolumes, o Mercedes-Benz Classe B (atual geração, desde 2011) destacou-se pela qualidade da sua construção, embora tenham sido detetados problemas na iluminação, nomeadamente da matrícula.

Já nos furgões, a Mercedes-Benz Sprinter (2006 a 2018) ficou acima da média em todos os testes efetuados pela DEKRA. Verificou-se apenas uma grande distância da alavanca do travão de mão, para além de rachas nos para-brisas.

Por último, a Volkswagen destacou-se entre os comerciais ligeiros com a pick-up Amarok. Foram verificados defeitos na iluminação, mas facilmente retificados com a substituição das lâmpadas. Ocasionalmente verificaram-se diferenças entre as pastilhas de travão, revelando uma força de travagem desigual.

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