PHEV, EcoBlue, GNC... Este é o significado de algumas siglas dos nossos carros

O que significa PHEV? E, já agora, EcoBlue ou CDTi? Algumas das siglas mais utilizadas na indústria automóvel descodificadas

0 aos 100 15/12/2019 Curiosidades

O que significa PHEV? E, já agora, EcoBlue, CDTi ou E-Tense? CDTi certamente saberá que identificam as versões a gasóleo dos modelos da Opel, e as restantes? Pois bem, neste artigo, vamos descodificar algumas das siglas, umas mais antigas, outras novas, da indústria automóvel, explicando-lhe os respetivos significados para que não se deixe ultrapassar pelos tempos que correm.

Se faltar algum termo e considere que deva pertencer a esta lista, faça o apontamento na caixa de comentários e nós adicionamo-la aqui.

Glossário de denominações/siglas da indústria automóvel:

4x4: equivalente a tração às quatro rodas, AWD, 4WD, 4Drive ou tração integral.

4MATIC: tração total da Mercedes-Benz.

Aircross: versões estilo SUV da Citroën, com maior altura ao solo.

AMG: divisão desportiva, das versões mais dinâmicas, e de competição da Mercedes.

AMR: versões mais extremas dos modelos da Aston Martin, afinados pela divisão de competição, a Aston Martin Racing.

Avant: carroçaria carrinha da Audi.

BEV: «Battery Electric Vehicle», em tradução literal: carro elétrico com bateria

Blue: referência aos modelos que utilizam a tecnología AdBlue para reduzir as emissões poluentes.

CDTi: «Common rail Diesel Turbo Injection», familia de motores Diesel da Opel.

Citycarver: modelos estilo SUV ou crossover da Audi. Para já apenas aplicado ao A1 (A1 Citycarver).

Combi: versões “allroad” da Skoda.

Convertible: modelos descapotáveis, roadster ou cabrio de marcas como Bentley, Porsche, etc.

CRDi: «Common rail Direct Injection». Familia de motores diésel da Hyundai e KIA.

Crossback: modelos tipo SUV de marcas como a DS.

CVT: «Continuous Variable Transmission». Transmissão variável continua semiautomática praticamente só com uma velocidade, tipo moto “acelera”.

D: denominação utilizada por marcas como a BMW e Mercedes-Benz para identificar os seus motores Diesel.

dCi: «Direct Common rail Injection». Familia de motores diesel do Grupo Renault e Nissan que estão dotados de turbo, injeção direta e common rail.

DSG: caixa automática de dupla embraiagem da Volkswagen, denominada S-Tronic nos modelos da Audi.

EcoBlue: familia de motores diésel de Ford de nova geração que começaram a ser utilizados em 2016. Utilizam AdBlue.

EcoBoost: motores a gasolina de injeção direta da Ford, que se caraterizam pelo uso dos gases de escape para aumentar a potência do motor através do turbo, compensando assim o seu menor tamanho sem aumentar o consumo.

E-Tense: versões 100% elétricas da DS.

E-Tron: veículos 100% elétricos, híbridos ou híbridos Plug-in da Audi.

FHEV: «Fuel Cell Electric Vehicle», veículo elétrico de pilha de combustível (hidrogénio).

FR: gama desportiva da SEAT.

GDI: «Gasoline Direct Injection», motores de injeção direta a gasolina da Mitsubishi.

GNC: versões compatíveis com gás natural comprimido como combustível.

Grand Tourer: familia de veículos tipo monovolume da BMW.

G-Tron: versões compatíveis com gás natural comprimido como combustível da Audi.

HDI: «High pressure Diesel Injection», familia de motores diesel de injeção direta, common rail e turbocompressor do grupo PSA. Denominados TDCi na Ford desde 1998.

HEV: «Hybrid Electric Vehicle», veículo híbrido convencional (sem tecnologia de ligar à tomada).

Hybrid: versões híbridas de múltiplas marcas sem tecnologia de ligar à tomada.

i: versões elétricas da BMW (i3, i8) ou das versões a gasolina (320i). Também é um método genérico de designar os motores a gasolina em muitas marcas.

ICE: (Internal Combustion Engine) designa os veículos com motores de combustão interna, a gasolina e gasóleo. São os mais comuns e aqueles cuja existência está «ameaçada» pelos elétricos.

i-DTEC: motores diesel da Honda com injeção Bosch e turbocompresor Garrett.

i-MMD: sistemas de propulsão híbrida da Honda que combinam três modos distintos em função das circunstâncias.

i-VTEC: versão atualizada dos motores a gasolina VTEC (Variable Valve Timing) da Honda que foram lançados em 1989 e contavam com distribuição variável das válvulas.

JTD: «Jet Turbo Diesel» faz referência à família de motores turbodiesel de injeção direta e common rail desenvolvida pelo Grupo Fiat e que foi estreada em 1997 com o Alfa Romeo 156. Foi utilizado em modelos da Alfa Romeo, Cadillac, Chevrolet, Lancia, Opel, Saab, Suzuki e Tata.

LWB: «Long WheelBase», versões longas.

M (serie): versões mais desportivas da BMW.

MHEV: «Mild Hybrid Electric Vehicle», veículo elétrico semihíbrido.

MPI: familia de motores a gasolina de marcas como Hyundai e SEAT

N: versões desportivas da Hyunda (Hyundai i30 N)

PHEV: «Plug-in Hybrid Electric Vehicle», significa veículo híbrido de ligar à tomada.

PureTech: familia de motores a gasolina 1.2 tricilíndricos, atmosféricos o turboalimentados, do grupo PSA. Dispõe de injeção direta de alta pressão e revestimento especial em pistões e segmentos, entre outras caraterísticas.

Q: familia SUV da Audi.

Q4: denominação comercial dos modelos 4x4 da Alfa Romeo. Antes chegaram a ser denominados Permanent4 e também aparece em alguns modelos da Maserati.

Quattro: versões de tração 4x4 da Audi. O Audi Quattro de 1980 foi o primeiro modelo a incorporar este sistema.

Q-tronic: versões Q4 da Alfa Romeo associados a caixa automática e sequencial.

Quadrifoglio: «Trevo de quatro folhas» em português, faz referência às versões mais potentes da Alfa Romeo. Apareceu pela primeira vez nos que disputaram o Targa Florio de 1923.

Roadster: versões descapotáveis de várias marcas, entre as quais da Audi (Audi TT Roadster).

RS: «Racing Sport», utilizado por várias marcas para diferenciar os seus modelos mais desportivos.

RWD: «Rear Wheel Drive», o mesmo que dizer tração traseira.

S: gama desportiva intermédia da Audi, posicionada abaixo da gama RS.

S&S: «Start and Stop». Sistema que desliga o motor quando o veículo para, ligando-o novamente logo que o condutor carregue na embraiagem. Deste modo, reduzem-se as emissões e o consumo. Existem outras denominações como o «iStop» da Mazda.

Shooting Brake: definição normalmente utilizada pela Mercedes-Benz, mas também pela Aston Martin para descrever uma carrinha com inspiração/formato Coupé.

Skyactiv X: tecnologia da Mazda que combina o processo de ignição por faísca de um motor a gasolina com a ignição por compressão de Diesel. Utiliza gasolina como combustível.

Spacetourer: versões monovolume da Citroën. Antes denominadas de Picasso.

Speed: versões mais desportivas da Bentley.

Sportback: versões “fastback” da Audi, ou seja, berlinas de cinco portas com traseira mais inclinada, que oferecem um melhor acesso à bagageira e maior coeficiente aerodinâmico.

Sportbrake: carrinhas da Jaguar.

Superleggera: referência aos modelos desenhados pela Carrozzeria Touring Superleggera para a Aston Martin.

SWB: «Short WheelBase», versão de chassis curto.

T: descrição genérica dos motores equipados com turbocompressor.

Targa: versão semidescapotavel em que apenas o teto é removível, mantendo-se a parte posterior rígida. Utilizada essencialmente pela Porsche.

TCe: «Turbo Control efficiency». Familia de motores turbo a gasolina do Grupo Renault.

TDCi: «Turbocharged Diesel Common rail injection». Familia de motores turbodiesel de injeção direta e common rail. Substitui os TDDi no final dos anos 90.

TDI: «Turbocharged Diesel Injection», família de motores do Grupo Volkswagen utilizada em todas as suas marcas e que foi estreada em 1989 no Audi 100.

TFSI: «Turbocharged Fuel Stratified Injection», tipo de motor registado pelo Grupo Volkswagen (Audi, SEAT, Skoda, Volkswagen e KTM) que conta com turbocompressor e injeção direta a gasolina. Na Volkswagen chamam-se TSi e FSI (sem turbo).

TGI: versões a gás natural do Grupo Volkswagen.

TGDI: «Turbo Gasoline Direct Injection», familia de motores turbo a gasolina de Hyundai e KIA.

Tiptronic: transmissão automática da Audi que pode ter até oito velocidades. Pode ser sequencial.

T-Jet: motor turbo a gasolina utilizado nos modelos da Fiat e Abarth, Alfa Romeo (TB), Jeep e Lancia (TurboJet). O Fiat Grande Punto (2006) foi o primeiro modelo a utilizar os motores T-Jet.

Touring: carrinhas da BMW.

Type-R: versões de alta performance da Honda (Civic Type-R, por exemplo)

TwinAir: motor turbo bicilíndrico 0.9 gasolina desenvolvido pela Fiat, com potências que vão desde os 65 aos 105 CV.

Volante: versões descapotáveus dos modelos da Aston Martin.

VVT-i: familia de motores a gasolina da Toyota que corresponde a «Variable Valve Timing intelligence».

WLTP: (Worldwide Harmonised Light Vehicles Test Procedure), procedimento de testes de homologação dos veículos em relação à emissão de gases poluentes (CO2 em particular) e ao consumo de combustível (incluindo as energias alternativas). Substituiu o NEDC (New European Driving Cycle).

X: versões SUV da BMW.

xDrive: sistema de tração 4x4 da BMW com distribuição variável.

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