ACP quer radares de velocidade nos semáforos

Automóvel Clube de Portugal prevê mais de 500 mortos nas estradas em 2020 se não forem implementadas medidas urgentes de segurança rodoviária

0 aos 100 08/05/2019 Noticias

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) acusa o Governo de ter colocado poucas coisas em prática daquilo que estava previsto no Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária aprovado há dois anos. Nesse sentido, e justificando com os números da segurança rodoviária, a entidade defende a implementação urgente de radares nos semáforos para evitar o aumento da sinistralidade nas estradas.

De acordo com um estudo feito pelo Observatório ACP à evolução da segurança rodoviária entre 2008 e 2018, citado pela TSFse a tendência se mantiver, em 2020 deverão morrer 520 pessoas nas estradas portuguesas, muito acima da meta prevista nesse plano (399). Ou seja, são 121 vítimas mortais que podiam ser evitadas.

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Assim, o ACP defende a necessidade da adoção de medidas urgentes de forma a evitar este cenário, num país que já está acima da média da União Europeia em número de mortos, feridos e acidentes rodoviários.

Uma dessas medidas é a instalação de radares nos semáforos, a alteração do Código Penal nos casos de condução sob efeito de substâncias psicotrópicas e um controlo de forma mais ativa dos veículos sem seguro ou inspeção. 

Basta apenas vontade política, sublinha a entidade, que apela ao cumprimento do Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária em vigor desde 2007 e até 2020. Se nada for feito, o ACP prevê mais mortos dentro e fora das localidades, entre peões e condutores, nas zonas de Lisboa, Centro, Alentejo e Algarve, bem como em acidentes com carros, motas e bicicletas.

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