Peugeot revela como o concept Fractal se transformou em 208

Novo 208 tem as suas origens num concept-car que marcou a edição de 2015 do Salão de Frankfurt: o Peugeot Fractal

0 aos 100 28/03/2019 Noticias

Logo ao primeiro olhar, o novo 208 mostra traços que o relacionam diretamente com o concept-car Fractal, revelado em 2015 no Salão de Frankfurt. Concebido como uma antevisão do que serão os coupés urbanos da próxima década (2020), este concept apresentava linhas dinâmicas, sem vincos ou arestas, que estão na origem da estética da nova geração do Peugeot 208.

O Fractal foi igualmente revolucionário graças ao seu sistema acústico 9.1.2, e aos seus componentes produzidos por impressão 3D, permitindo isolar totalmente o habitáculo dos ruídos e vibrações exteriores.

A relação entre estes dois veículos não se limita aos aspetos estéticos. O Fractal antecipou as inovações em termos de mobilidade elétrica, com baterias de iões de lítio de alta capacidade e dois motores elétricos, um em cada eixo, o que lhe permitia entregar uma potência de 204 CV e oferecer uma autonomia de 450 Km no ciclo misto NEDC, ou seja, a mesma autonomia do Peugeot e-208 (até 340 km no ciclo WLTP e 450 km no ciclo NEDC).

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Esta propulsão elétrica oferece 136cv e 260 Nm de binário, disponíveis logo desde os 0 km/h. Para os amantes de emoções fortes, o modo de condução Sport permite acelerar de 0 a 100 Km/h em apenas 8,1s.

No que respeita ao habitáculo, o Peugeot e-208 exibe também uma forte relação com o Fractal, principalmente na sua posição de condução, com a nova geração do Peugeot i -Cockpit®. Assim, no novo automóvel elétrico da marca, os dados são apresentados no ecrã digital 3D, como se fossem hologramas, um recurso visual que já tinha sido antecipado há três anos no concept.

Além disso, tal como no Fractal, as indicações são dinâmicas e aparecem por ordem de importância ou de urgência, proporcionando um nível de antecipação que permite ganhar preciosos segundos na capacidade de reação ao volante.

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