Sindicato da PSP pede a polícias para não passarem multas

Proposta funcionará em alternativa à greve

0 aos 100 25/02/2019 Noticias

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) pediu que a partir desta segunda-feira os polícias tenham uma postura de sensibilização e "exclusivamente preventiva" nas diversas ocorrências com os cidadãos, em alternativa às contra-ordenações.

Este protesto da ASPP, que vai decorrer até 31 de Março, surge após os polícias não terem recebido qualquer resposta por parte do Governo aos compromissos assumidos.

“Se tivéssemos direito à greve, hoje estaríamos a iniciar uma greve”, sublinhou Paulo Rodrigues, frisando que esta forma de protesto é o único instrumento ao dispor dos polícias.

“Se eventualmente, em qualquer ocorrência, os polícias puderem optar entre aplicar uma contraordenação ou uma ação preventiva e pedagógica, devem optar pela pedagógica ou preventiva”, explicou.

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Os polícias exigem o pagamento dos retroativos retirados desde 2011 dos subsídios em período de férias, tendo este corte sido já suspenso, mas continuam por pagar os retroativos, tal como foi decidido em tribunal.

Outra das reivindicações passa pelo aumento das listas da pré-reforma, indicando Paulo Rodrigues que o estatuto prevê a saída de 800 elementos anualmente, mas o Governo tem feito listas de 400.

Outra das promessas do Governo ainda não cumprida passa pela revisão dos vários suplementos e pela criação do subsídio de risco, uma recomendação aprovada na Assembleia da República.

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