Ducati Panigale V4 R tem 234cv e asas do MotoGP

Nova moto serve de base para as Ducati oficiais de Superbike que irão competir no WSBK em 2019

0 aos 100 10/12/2018 Noticias

A Panigale V4 R é simplesmente a Ducati de produção mais potente de sempre, com 221 cv (234 cv com escape de competição), e constitui a base técnica para as Ducati oficiais de Superbike que irão competir no Campeonato do Mundo a partir da próxima temporada.  

É, para todos os efeitos, uma moto de competição do mundial de Superbikes (WSBK) homologada para estrada. O preço para Portugal já está definido. Nada menos que 36.845 euros.

O motor de 1103 cm3 foi substituído por um de 998 cm3, de modo a cumprir com os limites de cilindrada regulamentares no WSBK. Contrariamente ao V4 de maior capacidade – desenhado para proporcionar uma entrega de potência fluída e uma resposta excelente a baixas rotações para uma utilização ideal em estrada – este novo motor de 998 cm3 oferece prestações mais extremas, uma vez que a entrega de potência foi estudada tendo em mente o uso em pista.

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A maior eficiência da admissão de ar permite subidas de rotação mais rápidas e passa a situar a zona vermelha do conta-rotações mais acima para garantir uma melhor aceleração. O resultado são 221 cv às 15.250 rpm (valores de homologação UE), mais 2.250 rpm que o pico de potência do V4 de 1103 cc.

Estes valores impressionantes e podem ser ainda mais elevados ao instalar um sistema de escape de competição Ducati Performance by Akrapovič, que coloca a potência máxima em 234 cv às 15.500 rpm. Desta forma a Panigale V4 R assume-se como a mais potente Ducati de produção de sempre.

Repleta de tecnologia utilizada pela marca de Borgo Panilage no MotoGP, a Panigale V4 R apresenta um enorme conjunto de modificações para além das características de motor e suspensões, que incluem também a nova carenagem, que incorpora apêndices aerodinâmicos desenvolvidos para os protótipos de MotoGP, as polémicas “asas”.

Produzidas em fibra de carbono, estas “asas” aumentam a estabilidade na condução, permitindo uma dependência mais reduzida dos controlos eletrónicos e aumentando a confiança para atingir o máximo da performance do piloto.

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