Miguel Oliveira escolheu o 88 porque vai para 'uma categoria em que é quase tudo a dobrar'

Português utiliza o 44 na Moto2

0 aos 100 16/11/2018 Desporto

Miguel Oliveira escolheu usar o número 88 em vez do 44 na próxima época, na sua estreia em MotoGP, porque vai "para uma categoria em que é tudo a dobrar", revelou o piloto da KTM.

O piloto português teria de deixar o 44 que transporta na sua mota desde 2011, ano de início da sua carreira no campeonato do mundo de velocidade, porque já está ocupado pelo espanhol Por Espargaró, tendo optado, então, pelo 88. O piloto de Almada espera que este seja "o número da sorte" no ano de estreia na classe rainha, o MotoGP.

"Foi uma escolha pessoal e é por ser o dobro" do número usado até agora, explicou à agência Lusa Miguel Oliveira, adiantando: "Queria fazer algo que os fãs não estranhassem muito e como vou subir a uma categoria em que é quase tudo a dobrar, como a espetacularidade, a potência ou a travagem, achei que fazia sentido. Espero que seja o número da sorte."

A preparar a última prova da temporada, que se disputa este fim de semana no circuito Ricardo Tormo, em Valência, o piloto português terminou o dia com o terceiro melhor tempo nos treinos livres, apesar da água que se acumulou na pista espanhola.

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"Custa um bocadinho o pneu trabalhar e gerar temperatura. Esse foi o maior problema hoje. Ainda assim, estou contente com a mota. Estamos a andar relativamente bem. De manhã, apesar da posição, ficámos um bocadinho mais longe a nível de tempo. A sessão da tarde foi muito boa, sobretudo porque estive muito confortável. Quem arriscou mais, caiu", explicou.

Miguel Oliveira considera que "as condições da pista estão um bocadinho estranhas": "De manhã não havia tanta água na pista e era mais fácil gerar a temperatura no pneu e não arriscar uma queda. À tarde, choveu bastante mais, não parou de chover em toda a sessão. Havia muito mais ?'quaplaning' e foi mais difícil repetir os tempos da manhã."

Apesar de a previsão meteorológica apontar para muita chuva no domingo, o piloto da KTM considera que a corrida "não está em risco", ao contrário do que aconteceu na Grã-Bretanha, em agosto. "Também choveu muito mas nessa prova o asfalto não escoava a água", concluiu.

O GP da Comunidade Valenciana é a 19.ª e última prova do campeonato do mundo de Moto2.

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